Lausperene Diocesano - Encerramento na Paróquia

Iniciado no passado dia 1 deste mês, o Lausperene (adoração permanente ao Santíssimo Sacramento), uma das mais significativas iniciativas das que a Diocese do Algarve realiza no decurso de cada ano pastoral, concluiu-se desta vez na paróquia matriz de Portimão, depois de ter passado pelas paróquias que constituem as quatro vigararias da Igreja Católica algarvia, pelas suas comunidades, congregações, grupos e movimentos.
 Na missa de encerramento do Lausperene diocesano, que se seguiu à celebração vocacional na igreja matriz de Portimão, o padre Nelson Rodrigues alertou, na homilia, os muitíssimos jovens presentes para o “erro gravíssimo” de conduzirem a sua vida por “aquilo que o mundo diz que é normal”. (in folha do Domingo)
http://folhadodomingo.pt/cadeia-de-oracao-terminou-com-alerta-aos-jovens-algarvios-para-erro-gravissimo/


Momento  muito significativo da vivência da nossa fé. Um bem aja aos seminaristas, e muita força para a equipa formadora representada pelo Pe. Nelson, uma agradável presença e testemunho de alegria sacerdotal junto da nossa comunidade.
Louvado seja o Senhor.

Semana do Seminário e Lausperene

Semana do Seminário e Lausperene

A Semana do Seminário, na nossa Diocese, é marcada de um modo particular pelo Lausperene (oração contínua) ao Santíssimo Sacramento (15 dias, dia e noite), pelas vocações sacerdotais.
Este ano o encerramento será na nossa Paróquia, dia 14, sábado, com a seguinte escala (os grupos são apenas para garantir a presença; qualquer pessoa pode participar em qualquer das horas).



11.00h - Início (orienta: Coro Litúrgico
  12.30h - Leitores e Ministros da Comunhão
  13.30h - Movimentos Apostólicos
   14.30h - Caminho Neocatecumenal
 15.30h - Renovamento Carismático
 16.30h - Cursos de Cristandade 
Encerramento do Lausperene Diocesano 
17.30h - Catequese, acólitos, CNE 
                     - Bênção do Santíssimo. Sacramento 
         18.00h - Eucaristia, com a presença do nosso Seminário

Celebração de Fiéis Defuntos

A propósito dos fiéis defuntos e de «a vida que há de vir» 
No ventre de uma mãe havia dois bebés. Um perguntou ao outro: "Acreditas na vida depois do parto?" O outro respondeu: "Claro. Tem que haver algo depois do parto. Talvez nós estejamos aqui para nos prepararmos para o que virá mais tarde."Que parvoíce! - disse o
primeiro - Não há vida depois do parto. Que tipo de vida poderia ser essa?!" O segundo disse: "Não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez possamos andar com as nossas próprias pernas e comer com as nossas bocas. Talvez tenhamos outros sentidos que não podemos entender agora." O primeiro retorquiu: "Isso é um absurdo. Andar é impossível.
E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical dá-nos os nutrientes e tudo o que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida depois do parto está fora de qualquer possibilidade." O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez não precisemos mais deste tubo físico." O primeiro contestou: "Outra parvoíce! E além disso, se há realmente vida depois do parto, então por que nunca voltou alguém de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum."
"Bem, eu não sei", disse o segundo," mas de certeza que vamos encontrar a mamã e ela vai cuidar de nós." O primeiro respondeu: "Mamã? Tu acreditas mesmo em mamãs?! Isso é ridículo! Se a mamã existe, então, onde é que ela está agora?" O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos.
Sem ela este mundo não poderia existir." Disse o primeiro: "Bah! Se eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe." O segundo respondeu: "Às vezes, quando tu estás em silêncio, se te concentrares e realmente quiseres ouvir, poderás perceber a presença dela e ouvir a sua voz amorosa lá de cima. O problema é que parece que tu não queres ouvir!" Há coisas que só o amor entende. A vida eterna, a vida de Deus, ultrapassa todas as nossas capacidades de entendimento; só se pode intuir com o coração e a fé.